Queimadura - Lesão da pele produzida pelo efeito do calor, produtos químicos ou electricidade
Consequências
• Não há eliminação de toxinas
• Formação de substâncias tóxicas
• Destruição de tecidos
• Perda de líquidos corporais
• Dor intensa -> choque
• Infecção
Queimaduras podem ser classificadas de acordo com
• Agente causador
• Profundidade ou grau
• Extensão
• Localização
• Idade da vítima
1-Agente causador
Físicos:
• Temperatura - vapor, objectos aquecidos, água quente, chama, frio
• Electricidade - corrente eléctrica, raio
• Radiação - sol, raios UV, aparelhos de raios X, nucleares
Químicos:
• Produtos químicos, ácidos, bases, álcool, gasolina
Biológicos:
• Animais: medusa, água-viva
• Vegetais: urtiga
Golpe de frio
Resulta da exposição excessiva ao frio
Traduz-se em enregelamento e gangrena que leva geralmente à morte
Sintomas:
• Arrepios
• Parestesias (sensação de formigueiro nas extremidades)
• Cãibras
• Hipotermia acentuada
• Dor intensa nas zonas enregeladas
Golpe de calor
Também chamado de Insolação
Resulta de uma exposição prolongada ao calor (local muito aquecido, exposição prolongada ao sol) 
Sintomas:
• Irritabilidade
• Cefaleia intensa
• Tonturas
• Vómitos
• Transtornos visuais
• Zumbidos
• Coma
Queimaduras solares
• Maior predisposição: Cor branca, não habituados ao sol, agricultores, pescadores ou frequentadores de praia
• Queimaduras de 1º grau: pele irritada, ruborizada e dorida
• Sintomas de insolação 
Electricidade
A elevada resistência da pele, no ponto onde esta contacta com a fonte de electricidade, faz com que a energia seja convertida em calor (T> 5000°C)
Afecta a pele e tecidos mais profundos - pode afectar uma área maior do que a pele sugere.
Paralisia da respiração e arritmias
Químicos
Provocadas por produtos irritantes e venenosos, ácidos e bases fortes, solventes orgânicos, gás mostarda, fósforo
A morte do tecido pode progredir durante horas, mesmo depois de ter cessado o contacto com o agente químico.
2-Profundidade ou grau
1º grau: superficial, só atinge a epiderme, 3-6 dias
• Pele avermelhada (eritema), quente, há a sensação de calor e dor 
2º grau: superficial, atinge toda a epiderme e parte da derme, 7-21 dias
• Bolhas com líquido (flictenas)
• Muito dolorosa
3º grau: profunda, atinge toda a epiderme, derme e tecidos mais profundos, pode atingir os ossos
• Pele carbonizada
• Estado de choque
• Necessita de enxerto
Prognóstico
• 1º e 2º graus: camadas de pele morta soltam-se, há regeneração da epiderme, sem deixar cicatriz
• 3º grau: danos permanentes na pele, regeneração muito lenta, dando origem a cicatrizes consideráveis; a área queimada retrai e distorce a pele; há necessidade de enxerto
Enxertos
• Se a derme subjacente for submetida a dano significativo é necessário um enxerto de pele para cobrir a zona lesionada.
• Enxerto: porção de pele sã extraída de outras zonas do corpo (autoenxerto), doutra pessoa viva ou morta (aloenxerto) ou doutras espécies (xenoenxerto).
• Autoenxertos são permanentes, os restantes são temporários e ao fim de 10-14 dias são rejeitados.
• Geralmente é necessário fisioterapia e terapia ocupacional para diminuir as cicatrizes e facilitar a mobilização das articulações.
• Antes de se proceder ao enxerto, as articulações afectadas são mobilizadas e após o enxerto são imobilizadas durante 5 a 10 dias. 
3-Extensão
Regra dos 9% para calcular a Superfície Corporal Total Queimada (SCTQ)
• Baixa: <> 40%
4-Localização
• Esófago e vias aéreas: as queimaduras graves provocam estreitamentos (estenoses) impedindo a passagem dos alimentos pelo esófago e a transferência de oxigénio do ar para o sangue nos pulmões.
• Mãos, pés e zonas de articulação: possibilidade de perda de movimentos. Na zona das mãos e pés, nunca podemos esquecer de colocar compressas embebidas em soro fisiológico, para que os dedos não colem.
• As queimaduras dos órgãos genitais também são sempre graves.
5-Idade da vítima
• Mais graves em crianças e idosos
• Criança
× Está em fase de crescimento, logo a zona queimada, fica sem elasticidade
× Pele mais fina
× Sem noção do perigo
× Necessário fazer intervenções cirúrgicas ao longo do crescimento da criança.
O que fazer?
Retirar a vítima do contacto com a causa
Apagar o fogo (extintor, cobertor ou fazer a vítima rolar pelo chão) e chamar o INEM
Deixar correr água fria durante algum tempo (produtos químicos)
Retirar a roupa (se contiver produto químico), anéis e relógio
Verificar respiração, pulsação e consciência
Cobrir a queimadura com um pano limpo sem pêlo ou gaze esterilizada; se pouco dolorosa ou a pele escurecer ou cair, tapar e chamar imediatamente o INEM
Não rebentar bolhas (se rompidas não contactar com água), não tocar na pele nem retirar a roupa colada à pele
Não aplicar pomadas, cremes, gorduras, gelo, nem pensos adesivos 
Se a vítima estiver consciente e com sede dar água
Se a queimadura for no peito e perda de sentidos, inclinar a cabeça para trás para desobstruir as vias respiratórias; levantar o lado oposto do corpo, apoiando-o numa almofada
Se a queimadura for nas costas, colocar na posição lateral de segurança (PLS)
Manter a região queimada mais elevada que o resto do corpo
Levar ficha de segurança do produto químico a acompanhar a vítima.
Quimaduras pelo frio –
• Remover a vítima para local aquecido e seco
• Aplicar uma fonte de calor externo
• Não friccionar a região atingida para evitar destruição celular
• Secar e aquecer a área com cobertores e oferecer líquidos quentes
• Se for grave, chamar o INEM
Queimaduras solares
• Colocar a vítima à sombra, em local fresco e ventilado
• Desapertar a roupa
• Refrescar a pele com compressas frias
• Fazer a pessoa ingerir muitos líquidos
• Se se apresentar inconsciente, chamar o INEM
Quimaduras electricas
• Desligar a corrente eléctrica antes de mexer na vítima
• Remover o fio eléctrico com auxílio de qualquer material isolante (cabo de vassoura)
• Verificar se está a respirar
• Levar a vítima ao hospital, mesmo se a queimadura for pequena!
Queimaduras por químicos
• Retirar a roupa de imediato
• Lavar com água abundante durante 10 min (15 min se for nos olhos) ou limpar nos casos em que haja pó
• Procurar ajuda médica imediata
• Se suspeita de ingestão ligar de imediato para o Centro de Informação Anti-Venenos (CIAV) ou INEM
Levar o doente ao hospital se:
• atingir a cara, couro cabeludo, mãos, órgãos genitais ou pés
• área total entre 60 a 80%
• dificuldades/dúvidas no tratamento no domicílio
• danos em órgãos internos
• resultar de fogo, electricidade ou químico
• a queimadura parecer infectada
• se a vítima tiver menos que 5 anos ou mais que 70 anos de idade.
Prevenção
• Nunca segurar numa bebida/comida quente e numa criança ao mesmo tempo
• Assegurar-se que o leite está a uma temperatura adequada antes de alimentar o bebé
• No banho, deitar primeiro a água quente e só depois a água fria
• Na cozinha, manter as pegas dos tachos voltadas para a parede e vigiar o lume
• Proteger todas as tomadas
• Manter fósforos, isqueiros e fontes de lume longe das crianças
• Proteger lareiras e braseiras
• Manter detergentes e produtos químicos fechados em armários à chave
• Explicar às crianças que não devem mexer em objectos quentes nem se aproximar do fogo
Informação cedida pela
Dra Vânia Gandra
da Delegação de Saúde de Penafiel
domingo, 19 de abril de 2009
Queimaduras
domingo, 15 de março de 2009
Traumatismos
Traumatismos
Atitudes e Prevenção
Primeiros socorros
Primeiros socorros – procedimentos simples que visam manter vidas em situações de emergência, feitos por pessoas comuns até à chegada de atendimento médico especializado.
Traumatismo
— Palavra derivada de trauma.
— A palavra trauma é oriunda do grego (tráuma), a qual significa ferida.
— Traumatismo (trauma físico), são lesões orgânicas produzidas por transferência de energia proveniente de agentes externos: físicos, mecânicos e químicos.
Hemorragia
Perda de sangue devido a ruptura de vasos sanguíneos:
— Interna
— Externa (feridas)
Muito extensa (urgência):
— Sensação de mal-estar, frio, palidez, suores frios, pulso muito rápido.
Hemorragia externa
O que fazer
— Deitar horizontalmente
— Usar luvas
— Aplicar compressa esterilizada – pressão firme
— Penso saturado - colocar outro, sem retirar o primeiro
— Compressão até a hemorragia parar (10 minutos) – comprimir artéria
— Hemorragia parou – aplicar penso compressivo.
— Ferida nos membros com hemorragia abundante – garrote ou torniquete
Entorses
Lesão nos tecidos moles de uma articulação:
— Cápsula articular e/ou Ligamentos
Manifesta-se:
— Dor: gradual ou imediata
— Inchaço
— Incapacidade funcional
O que fazer
— Evitar movimentar
— Aplicar gelo ou deixar correr água fria
— Consultar o médico posteriormente
Fracturas
Manifestam-se:
— Dor intensa
— Inchaço
— Falta de força
— Perda dos movimentos
— Encurtamento ou deformação
O que fazer
— Expor a zona da lesão
— Verificar se existem ferimentos
— Imobilizar articulações – antes e depois da fractura (talas)
— Dar analgésico (Ben-u-ron)
— Jejum (cirurgia)
— Fractura exposta – gaze ou pano limpo
Nota: Talas – almofadadas e sólidas
O que NÃO fazer
— Tentar encaixar as extremidades do osso partido
— Provocar apertos ou compressões que dificultem a circulação
— Fractura exposta – meter para dentro as partes dos ossos que estejam visíveis
Traumatismo craniano, do pescoço ou da coluna
Considerar em qualquer situação de trauma:
— Queda de altura, mergulhos, acidente de viação, atropelamentos
O que fazer
— Consciente – sente ou mobiliza os membros
— Inconsciente – considerar traumatismo até prova em contrário
— Colocar em superfície lisa e plana – cabeça centrada e membros alinhados
— Nunca levantar – chamar socorro especializado
Concussão cerebral
A concussão é uma perda da consciência e, algumas vezes, da memória de curta duração/confusão transitória que ocorre após uma lesão cerebral.
Pode ocorrer mesmo após um traumatismo crânio-encefálico menor, dependendo da intensidade com que o cérebro foi mobilizado no interior da caixa craniana.
— Perda de consciência (breve)
— Confusão
— Amnésia
— Cefaleia
— Sonolência
— Convulsão
O que fazer
— Não deixar regressar ao jogo (ou outra actividade que estava a realizar)!
— Não deixar o doente sozinho
— Levar ao hospital
— Não retomar aulas/exercício antes de 5 dias
— Não retomar aulas/exercício enquanto sintomático
— Síndrome do 2º impacto
Violência
Violência – Acção ou omissão intencional que dirigida a pessoas tende a provocar dano físico, psicológico, sexual ou económico.
Violência escolar – Ocorre na escola ou nos seus arredores e é originada por alunos vinculados a ela.
Consequências para todos
Para a vítima:
— Sintomas depressivos associados à vitimização
— Impacto sobre o sucesso escolar
— Rejeição
— Incompreensão
Para os companheiros:
— Medo de associação ao gesto
— Culpabilidade
— Impotência
— Sobrerepresentação da violência
— Medo de ser obrigado a participar
Para o agressor:
— Argumentação negativa de estatuto de líder
— Possíveis dificuldades escolares
— Impacto, a longo prazo, sobre a integração social
Se és vítima de Violência
— Resistir NÃO é a melhor alternativa
— Podes piorar a situação
— Podes ter consequências disciplinares (suspensão)
— Seres visto como mais um agressor
Combater a violência
— Respeita as diferenças
— Procura o aconselhamento de um adulto: familiar ou professor
— Não reajas, ignora
— Acompanha o grupo de amigos
— Não escondas a situação
Informação fornecida por Dr. João Bernardes e Dr. Rui Paulo da Delegação de Saúde de Penafiel
domingo, 8 de março de 2009
INTOXICAÇÕES E ENVENENAMENTOS
O que é?
Uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contacto com a pele, olhos ou as membranas mucosas.
Envenenamento
Refere-se à toxicidade (do Grego – que envenena).
Toxicidade é a qualidade que caracteriza o grau de virulência de qualquer substância nociva para um organismo vivo ou para um órgão.
Não esquecer:
▫ Praticamente qualquer substância, se ingerida em grandes quantidades, pode ser tóxica.
▫ Porém, entre os mais de 12 milhões de produtos químicos conhecidos, menos de 3.000 causam a maior parte das intoxicações.
▫ Os idosos e as crianças são particularmente vulneráveis à intoxicação acidental.
O Que fazer?
Perante qualquer suspeita deverá:
1- Manter a calma e preparar-se para as questões que lhe vão ser colocadas.
2 - Ligar Centro de Informação Anti-veneno (CIAV)
21 795 01 43
21 795 01 44
21 795 01 46
A qualquer hora será atendido por pessoal médico que
indicará as medidas a tomar
3 – Procure sempre saber
QUEM? (criança, homem, mulher)
O QUÊ? (medicamento, pesticida, detergente,
comida, planta, etc.)
COMO? (foi ingerido, inalado, atingiu a pele, os
olhos,…)
QUANDO? (há quanto tempo aconteceu?)
QUANTO? (qual a quantidade?)
ESTADO DO DOENTE? (consciente, dor, sonolento, vómitos,…)
4 - Siga rigorosamente as instruções que lhe forem dadas pelo médico
Os sintomas de intoxicação dependem:
o do produto,
o da quantidade ingerida,
o de certas características físicas da pessoa.
o Algumas substâncias não são muito potentes e exigem uma exposição contínua para que ocorram problemas.
o Outros produtos são mais tóxicos e basta uma gota sobre a pele para causar problemas.
Sinais e sintomas a ter em atenção:
Hálito característico
Observar a cor das mucosas
Dor abdominal
Dor ou sensação de queimadura na boca e garganta
Tonturas
Etc…
▫ Verifique se há possíveis produtos químicos ou drogas nas proximidades da vítima.
▫ Ou vestígios de folhas venenosas nas proximidades bucal.
Ingestão de venenos
® Provocar o vómito?
CUIDADO!!!
Não provocar o vómito …..
® Ligar ao CIAV ou INEM e seguir rigorosamente as instruções que forem dadas pelo médico - ao ligar para a assistência (CIAV ou INEM) tenha todos os dados da ocorrência: sexo e idade da vítima, hora da ingestão, como a vítima se encontra no momento, nome do produto ingerido
® Antídoto Universal:
duas partes de torradas queimadas, uma parte de leite de magnésio, uma parte de chá forte.
® Manter a vítima agasalhada.
® Leve para o hospital (se essa for a instrução dada pelo CIAV), o recipiente com o resto do veneno ou o rótulo.
Casos particulares
Soda cáustica, derivados de petróleo (querosene, gasolina, líquido de isqueiro, removedores, diluentes) ácidos, água de cal, amónia, tira-ferrugem), lixívia.
® Ligar ao CIAV
® Não provocar o vómito
® Se a vítima estiver consciente pode dar-se nata, leite ou gelado à vítima (enquanto não nos atendem)
® Chamar INEM (se essa for a instrução dada pelo CIAV e na dúvida).
Medicamentos
® dar de beber, provocar o vómito, a não ser que a vítima tenha perdido o conhecimento ou tenha cãibras.
® dar-lhe um preparado à base de carvão vegetal.
® LEVAR AO MÉDICO.
Aspiração ou inalação de venenos
® Arejar o ambiente e
® IMEDIATAMENTE – Ligar Centro de Informação Anti-veneno
® OBSERVE os sinais: palidez de pele, cianose de lábios, falta de ar, perda de sentidos.
Casos particulares:
Intoxicação por monóxido de carbono
- produzido por gás de iluminação ou pelos gases dos escapes dos motores.
- é uma asfixia produzida pela combinação do monóxido de carbono com a hemoglobina, a qual não pode efectuar o transporte normal de oxigénio através do sangue.
- o intoxicado deve ser removido para o ar livre e facilitar-lhe a respiração
Intoxicação por gás
® levar a vitima imediatamente para o ar livre.
® IMEDIATAMENTE – Ligar Centro de Informação Anti-veneno
® fechar a torneira de passagem de gás.
® abrir portas e janelas.
® em caso de paragem respiratória, praticar respiração boca a boca.
® a vítima deverá repousar até chegar o INEM.
Envenenamento através da pele
® IMEDIATAMENTE – Ligar Centro de Informação Anti-veneno
® Lavar abundantemente por 15 minutos em água corrente. Poderá usar sabão.
Contaminação dos olhos
® IMEDIATAMENTE – Ligar Centro de Informação Anti-veneno
® Lavar abundantemente com água corrente ou soro fisiológico mantendo as pálpebras abertas até chegar o INEM ou chegar ao hospital.
® Siga rigorosamente as instruções que lhe forem dadas pelo médicodo CIAV ou do INEM
NÃO TE ESQUEÇAS:
- PERGUNTA A QUEM SABE:
21 795 01 43
21 795 01 44
21 795 01 46
112
- POR VEZES A MELHOR FORMA DE AJUDAR É NÃO COMPLICAR!
Informação fornecida pela Doutora Regina Viterbo da Delegação de Saúde de Penafiel
terça-feira, 3 de março de 2009
O que é a Epilepsia?
Como agir em caso de ataque epiléptico
• Proteja a cabeça da vítima com um travesseiro ou pano (para que ela não se machuque enquanto se debate) e afrouxe-lhe a roupa.
• A vítima poderá morder a própria língua, mas não irá engoli-la. Por isso, não coloque objectos nam sua boca nem tente puxar a língua para fora.
• Deixe a vítima debater-se livremente. Coloque-a deitada em posição lateral para que a saliva escorra e o paciente não engasgue.
• Mantenha-a em repouso, cessada a convulsão. Deixe-a dormir.
• Nas convulsões infantis por febre alta, deite a criança envolta de uma toalha húmida.
• Procure ajuda médica se:
A pessoa se feriu
A crise dura mais do que o normal para aquela pessoa (se não se souber a duração normal da crise para a pessoa em questão, tomar como limite cinco minutos)
(Procure sempre ajuda médica, pois não se sabe bem quais as consequências da convulsão, pode haver danos neurológicos)
Factores que podem desencadear crises epilépticas
Mudanças súbitas da intensidade luminosa ou luzes a piscar (algumas pessoas têm ataques quando vêem televisão, jogam no computador ou frequentam discotecas)
Privação de sono
Ingestão alcoólica
Febre
Ansiedade
Cansaço
Algumas drogas e medicamentos
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Dádiva de sangue
DST/IST

Doenças sexualmente transmissíveis/Infecções sexualmente transmissíveis
· Gonorreia
· Sífilis
· Herpes genital
· SIDA
· Hapatite B e C
· Candidíase
· Clamidíase
· Úlcera mole venérea
· Tricomoníase
· Pediculose púbica
· Sarna
· Virus do papiloma humano
· Linfogranulona venéreo
· Uretrite não gonocócica
· Cancro mole
· Doença inflamatória pélvica
· ...
Só há uma forma de te protegeres…
...segue a política do ABC
Abstinence (Não tenhas pressa de iniciar a tua actividade sexual)
Be faithful (Sê fiel, não troques de parceiro)
Condom (Usa preservativo)
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Regras de protecção pessoal
O risco de acidentes é maior quando nos acostumamos a conviver com o perigo e passamos a ignorá-lo.
A segurança em qualquer local está apoiada em cada um: cada um é responsável por si e por todos.
1. Usar sempre bata de algodão, para proteger o corpo e o vestuário. A bata não deve ser usada fora do laboratório.
2. Os cabelos longos devem ser atados.
3. Evitar o uso de lentes de contacto no laboratório.
4. Usar óculos de segurança sempre que necessário, ou até écrans de segurança se o trabalho envolver risco de explosão.
5. Não cheirar nem provar produtos químicos.
6. Não pipetar com a boca.
7. Não manipular reagentes sólidos com as mãos.
8. Utilizar sempre luvas no laboratório.
9. Usar pinças para manusear material quente.
10. Remover quaisquer salpicos de reagentes da pele, utilizando água e sabão.
11. Não usar anéis no laboratório, para que os reagentes não se alojem sob os anéis.
12. Usar sempre sapatos fechados e com solas antiderrapantes.
13. Sempre que o trabalho envolva a produção de poeiras ou gases nocivos devem ser usadas máscaras respiratórias.
14. Não levar as mãos à boca ou aos olhos quando estiver a manusear produtos químicos.
15. Utilizar os reagentes (que devem estar devidamente rotulados) só depois de ter lido e compreendido o rótulo, tomando conhecimento dos riscos e cuidados a ter na sua utilização.
16. Deslocar-se, com cuidado, ao abrir e fechar portas e ao entrar ou sair de laboratórios, pois as outras pessoas podem transportar materiais importantes ou perigosos.
17. Feche todas as gavetas e portas que abrir.
18. Nunca trabalhar sozinho no laboratório.
19. Nunca realizar experiências não autorizadas.
20. Não deixar de frascos de reagentes abertos.
21. No aquecimento de um tubo de ensaio contendo qualquer substância, não voltar a extremidade aberta do tubo para si ou para outra pessoa próxima.
22. Lavar as mãos com água e sabão, depois de terminado o trabalho.
domingo, 1 de fevereiro de 2009

A doação de sangue pode ser feita nos Centros Regionais de Sangue (CRS) de Lisboa, Coimbra e Porto, nos locais onde se efectuam brigadas móveis de colheita de sangue e nos serviços de imunohemoterapia hospitalares, com colheita a dadores.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
A segurança num laboratório de química deve ser uma preocupação constante e prioritária dos seus utentes: alunos, professores e funcionários.
Trabalhar num laboratório químico envolve frequentemente o contacto com materiais potencialmente perigosos e por isso exige que se respeitem as regras ou normas da sua utilização a fim de minimizar a probabilidade de ocorrência de acidentes e suas nefastas consequências.
1. Conhecer a localização das saídas de emergência.
2. Conhecer a localização e o funcionamento de extintores de incêndio, caixas de primeiros socorros, chuveiros e equipamentos de protecção.
3. Não comer, beber ou guardar alimentos no laboratório.
4. Nunca trabalhar no laboratório sem a presença do professor.
5. Utilizar os aparelhos só depois de ter lido e compreendido as respectivas instruções de manuseamento e segurança.
6. Antes de efectuar qualquer experiência, ler com atenção o protocolo experimental e procurar compreender a sua finalidade.
7. Manter as bancadas limpas e arrumadas, o chão limpo e seco, e as passagens desobstruídas.
8. Efectuar o trabalho laboratorial sempre em pé.
9. Não deixar frascos de reagentes abertos.
10. Todos os recipientes que contenham produtos devem estar devidamente rotulados.
11. Reagentes e equipamento devem ser arrumados após ter terminado a sua utilização.
12. Nunca deixar frascos contendo reagentes inflamáveis próximos duma chama.
13. Sempre que for necessário diluir um ácido concentrado, devemos adicionar lentamente e sob agitação o ácido sobre a água, nunca o contrário.
14. No aquecimento de um tubo de ensaio contendo qualquer substância, não voltar a extremidade aberta do tubo para si ou para outra pessoa.
15. Os bicos de gás apenas devem ser acesos quando for necessário e deve ser vigiado o seu funcionamento.
16. Não aquecer recipientes fechados.
17. Colocar o material de vidro partido ou rachado em recipiente próprio.
18. Realizar na hotte os trabalhos que envolvam libertação de gases ou vapores.
19. Em caso de acidente, por mais insignificante que pareça, comunique imediatamente ao professor.
20. Findo o trabalho experimental, verificar se as torneiras de água e de gás se encontram fechadas e se os aparelhos eléctricos foram desligados.