sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dádiva de sangue




No passado dia 4 de Fevereiro, o Instituto Português do Sangue, a convite do Clube de Saúde, esteve na nossa escola para recolha de sangue entre as 9h e as 12h30m. A iniciativa contou com a colaboração de quarenta e três Dadores. No apoio à recepção e acompanhamento dos Dadores, o Clube da Saúde contou com a colaboração de seis alunas do 12.ºA.

DST/IST


Doenças sexualmente transmissíveis/Infecções sexualmente transmissíveis


· Gonorreia
· Sífilis
· Herpes genital
· SIDA
· Hapatite B e C
· Candidíase
· Clamidíase
· Úlcera mole venérea
· Tricomoníase
· Pediculose púbica
· Sarna
· Virus do papiloma humano
· Linfogranulona venéreo
· Uretrite não gonocócica
· Cancro mole
· Doença inflamatória pélvica
· ...


Só há uma forma de te protegeres…
...segue a política do ABC

Abstinence (Não tenhas pressa de iniciar a tua actividade sexual)
Be faithful (Sê fiel, não troques de parceiro)
Condom (Usa preservativo)





terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Regras de protecção pessoal

Regras de Protecção Pessoal em Laboratórios de Química
O risco de acidentes é maior quando nos acostumamos a conviver com o perigo e passamos a ignorá-lo.
A segurança em qualquer local está apoiada em cada um: cada um é responsável por si e por todos.
1. Usar sempre bata de algodão, para proteger o corpo e o vestuário. A bata não deve ser usada fora do laboratório.
2. Os cabelos longos devem ser atados.
3. Evitar o uso de lentes de contacto no laboratório.
4. Usar óculos de segurança sempre que necessário, ou até écrans de segurança se o trabalho envolver risco de explosão.
5. Não cheirar nem provar produtos químicos.
6. Não pipetar com a boca.
7. Não manipular reagentes sólidos com as mãos.
8. Utilizar sempre luvas no laboratório.
9. Usar pinças para manusear material quente.
10. Remover quaisquer salpicos de reagentes da pele, utilizando água e sabão.
11. Não usar anéis no laboratório, para que os reagentes não se alojem sob os anéis.
12. Usar sempre sapatos fechados e com solas antiderrapantes.
13. Sempre que o trabalho envolva a produção de poeiras ou gases nocivos devem ser usadas máscaras respiratórias.
14. Não levar as mãos à boca ou aos olhos quando estiver a manusear produtos químicos.
15. Utilizar os reagentes (que devem estar devidamente rotulados) só depois de ter lido e compreendido o rótulo, tomando conhecimento dos riscos e cuidados a ter na sua utilização.
16. Deslocar-se, com cuidado, ao abrir e fechar portas e ao entrar ou sair de laboratórios, pois as outras pessoas podem transportar materiais importantes ou perigosos.
17. Feche todas as gavetas e portas que abrir.
18. Nunca trabalhar sozinho no laboratório.
19. Nunca realizar experiências não autorizadas.
20. Não deixar de frascos de reagentes abertos.
21. No aquecimento de um tubo de ensaio contendo qualquer substância, não voltar a extremidade aberta do tubo para si ou para outra pessoa próxima.
22. Lavar as mãos com água e sabão, depois de terminado o trabalho.

domingo, 1 de fevereiro de 2009




Saiba como pode doar sangue. Seja herói por uma vida.


Podem doar sangue todas as pessoas com bom estado de saúde, com hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50 kg e idade compreendida entre os 18 e 65 anos. Para uma primeira dádiva o limite de idade é aos 60 anos.
A doação de sangue pode ser feita nos Centros Regionais de Sangue (CRS) de Lisboa, Coimbra e Porto, nos locais onde se efectuam brigadas móveis de colheita de sangue e nos serviços de imunohemoterapia hospitalares, com colheita a dadores.

Apenas é necessário levar O Bilhete de Identidade se for a primeira vez que dá sangue. Caso seja dador regular, deve levar o Cartão Nacional do Dador de Sangue.


A doação de sangue pode ser feita de quatro em quatro meses pelas mulheres e de três em três meses pelos homens.

http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/doacao+de+sangue/colheita+de+sangue.htm

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Regras Gerais de Segurança em Laboratórios de Química
A segurança num laboratório de química deve ser uma preocupação constante e prioritária dos seus utentes: alunos, professores e funcionários.

Trabalhar num laboratório químico envolve frequentemente o contacto com materiais potencialmente perigosos e por isso exige que se respeitem as regras ou normas da sua utilização a fim de minimizar a probabilidade de ocorrência de acidentes e suas nefastas consequências.

1. Conhecer a localização das saídas de emergência.
2. Conhecer a localização e o funcionamento de extintores de incêndio, caixas de primeiros socorros, chuveiros e equipamentos de protecção.
3. Não comer, beber ou guardar alimentos no laboratório.
4. Nunca trabalhar no laboratório sem a presença do professor.
5. Utilizar os aparelhos só depois de ter lido e compreendido as respectivas instruções de manuseamento e segurança.
6. Antes de efectuar qualquer experiência, ler com atenção o protocolo experimental e procurar compreender a sua finalidade.
7. Manter as bancadas limpas e arrumadas, o chão limpo e seco, e as passagens desobstruídas.
8. Efectuar o trabalho laboratorial sempre em pé.
9. Não deixar frascos de reagentes abertos.
10. Todos os recipientes que contenham produtos devem estar devidamente rotulados.
11. Reagentes e equipamento devem ser arrumados após ter terminado a sua utilização.
12. Nunca deixar frascos contendo reagentes inflamáveis próximos duma chama.
13. Sempre que for necessário diluir um ácido concentrado, devemos adicionar lentamente e sob agitação o ácido sobre a água, nunca o contrário.
14. No aquecimento de um tubo de ensaio contendo qualquer substância, não voltar a extremidade aberta do tubo para si ou para outra pessoa.
15. Os bicos de gás apenas devem ser acesos quando for necessário e deve ser vigiado o seu funcionamento.
16. Não aquecer recipientes fechados.
17. Colocar o material de vidro partido ou rachado em recipiente próprio.
18. Realizar na hotte os trabalhos que envolvam libertação de gases ou vapores.
19. Em caso de acidente, por mais insignificante que pareça, comunique imediatamente ao professor.
20. Findo o trabalho experimental, verificar se as torneiras de água e de gás se encontram fechadas e se os aparelhos eléctricos foram desligados.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Dádiva de Sangue



Vai decorrer na Escola Secundária de Penafiel, no próximo dia 4 de Fevereiro, entre as 9h e as 12h uma recolha de sangue, levada a cabo pelo Instituto Português do Sangue.

Os membros do Clube de Saúde pedem a colaboração de todos quantos possam dar um pouco de Si - um pouco do seu sangue.

Se tem entre 18 e 65 anos, é saudável, não desperdice esta oportunidade de salvar uma vida.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Sufocação


Tudo o que penetre na traqueia, em vez de passar para o esófago, deve ser expelido com a máxima brevidade.

Se a vítima estiver consciente

1º-Tire-lhe da boca a comida ou a dentadura postiça. (Não tente localizar o objecto com os dedos) Mande a vítima tossir Talvez isso baste para desalojar o corpo estranho.

2º-Se isso não resultar, ajude a vítima a curvar-se até a cabeça ficar a um nível mais baixo que o tórax. A vítima pode estar sentada ou de pé. Dê-lhe entre uma e quatro pancadas secas entre as omoplatas com a palma da mão. Cada palmada deverá ser suficientemente forte para desalojar o corpo estranho.

3º-Se a vítima ainda não conseguir respirar, coloque-se de pé ou de joelhos atrás dela. Cerre um dos punhos e encoste-o, com o polegar apontado para dentro, entre o umbigo e a base do esterno.
4º-Segure o punho com a outra mão e puxe ambas para si com um rápido movimento dos cotovelos para dentro e para cima. Deste modo, comprime a parte superior do abdómen contra a base dos pulmões, contribuindo para expulsar o resto do ar e forçar a saída do corpo causador da obstrução. Repita até quatro vezes. Cada puxão deve ser suficientemente forte para impulsionar o corpo estranho.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Transplante de Medula Óssea

O transplante de medula óssea foi utilizado, inicialmente, como parte do tratamento da leucemia, de certos tipos de linfoma e da anemia aplástica. À medida que melhoraram as técnicas e os índices de sucesso, o transplante de medula óssea é cada vez mais usado. Por exemplo, algumas mulheres com cancro da mama e as crianças afectadas por certas doenças genéticas recebem agora transplantes de medula óssea. Quando os doentes com cancro recebem quimioterapia ou radiações, as células da medula óssea que produzem células normais podem ser destruídas juntamente com as cancerosas. Porém, nalguns casos, a medula óssea do paciente pode ser extraída e depois reinjectada sempre que o doente tenha recebido doses elevadas de quimioterapia. Deste modo, um doente de cancro pode receber doses muito altas de radiação e quimioterapia, suficientes para destruir todas as células cancerosas.
Quando se transplanta medula óssea de um dador, o tipo de HLA do receptor deve ser compatível com o do dador, sendo por esse motivo os familiares mais próximos os melhores dadores do paciente.
O procedimento do transplante é, genericamente, é simples. Em regra, enquanto o dador se encontra sob anestesia geral, um médico extrai medula óssea do osso ilíaco com uma seringa e prepara-a para ser transplantada. Em seguida injecta a medula na veia do receptor. A medula óssea do dador migra até criar raízes nos ossos do receptor e as células começam a dividir-se. Finalmente, se tudo correr bem, a medula óssea do receptor é completamente substituída.
De qualquer modo, trata-se de um procedimento arriscado porque os glóbulos brancos do receptor foram destruídos pela radiação ou pela quimioterapia. A medula óssea transplantada tarda duas a três semanas até fabricar glóbulos brancos suficientes para oferecer protecção contra as infecções. Como consequência, o risco de se sofrer uma infecção grave é mais elevado durante esse período. Outro problema é que a nova medula óssea pode produzir células imunologicamente activas que ataquem as células do hospedeiro Apesar de tudo, mesmo que se efectue um transplante de medula óssea, o cancro pode recedivar.
(Adaptado de http://www.manualmerck.net/)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

1 de Dezembro - Dia Mundial de luta contra a SIDA

O VIH - O Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) é um retrovírus da família Retroviridae, com tropismo para células CD4+, especialmente linfócitos T CD4+, importantes na regulação da resposta imune.

Transmite-se:

· Sexo sem preservativo
· contacto com sangue infectado
· Agulhas, seringas e outro material de injecção contaminado
· Mãe/filho durante a gravidez, parto e aleitamento


Não se transmite
- Sexo com preservativo;
- Trabalhos de equipa / Contactos sociais;
- Apertos de mãos e abraços;
- Comida e talheres;
- Picada de insectos;
- Uso de casas de banho;
- Tosse e espirros.

A infecção pelo VIH constitui uma doença infecciosa crónica com características individuais distintas e que evolui durante anos ou décadas. O doente seropositivo pode não ter sintomas por um período superior a 10-12 anos, mas pode infectar outras pessoas.

Não existe cura da infecção.

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) é uma fase avançada da infecção provocada pelo VIH, caracterizada, entre outros, pela ocorrência de infecções e neoplasias oportunistas.

Prevenção da infecção
Via sexual – utilização correcta de preservativo em relações sexuais vaginal, anal e oral.
Via sanguínea – não partilhar seringas, agulhas, escovas dos dentes, lâminas de barbear ou outros objectos cortantes.
Via peri-natal – as mulheres grávidas seropositivas devem consultar o médico. É possível a prevenção da infecção no recém-nascido. Estas mulheres não podem amamentar.

IMPORTANTE

-Diagnóstico precoce;

-Tratamento atempado (vida maior e melhor);

-Prevenção da transmissão materna;

-Prevenção da transmissão do vírus a pessoas não infectadas.

(Informação cedida pela Dra. Ana Isabel Carvalho)